quinta-feira, 12 de maio de 2016

APOLOGIZAM À APOLÍTICAREM-SE DE POLÍTICA.

POLÍTICA PARA POBRES, POBRES POLÍTICAS

Engasga-se a razão, choro não se houve. Embarga a voz.
Soluços ecoam, mas não se houvem; são ovelhas... tratam-os como gados...
Onde estão todos os seus político para gritarem seus gritos de dor?

Da dor, o  povo pediu renovação. Onde estão todos?

Onde está a lógica? Onde estão a razão?
Acabou-se. Vê-se o pobre a clamar, reclamar seu emprego de volta,
vê-se o rico sorrir e a gozar. Gozar a boa vida que o pobre lhe dar,  o pobre não ganhou, mas o pobre lhe dá.

O que é bom para os pobres, não é bom para eles. E não há vice e versa nessa exposição de ideias: para ricos
sorrirem, eles terão que chorar.


Engasga-se a razão, o choro embarga a voz, Soluços ecoam.
Onde estão os gritos de dor, de dor pela renovação?

Não se vê no povo força de querer mudanças,
seus representantes negociaram suas confianças, sua fé, negaram-lhe o futuro utópico... não terão.


Engasgou-se na garganta do povo a razão. O povo não perdoa.
Se plutocratas pedem, o povo não sabe perdoar erro
de seus líderes: - crucifiquem-no, mesmo que seus crimes não sejam
crimes (a justiça, para o povo, não pode haver sem sangue) .

 (- Crucifiquem-nos, pediu o povo à elite), os ricos dão e lavam às mãos. Lavam em seus futuros, nos seus sangue, em suor, em suas lágrimas de dor... Meu povo...

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