POLÍTICA PARA POBRES, POBRES POLÍTICAS
Engasga-se a razão, choro não se houve. Embarga a voz.
Soluços ecoam, mas não se houvem; são ovelhas... tratam-os como gados...
Onde estão todos os seus político para gritarem seus gritos de dor?
Da dor, o povo pediu renovação. Onde estão todos?
Onde está a lógica? Onde estão a razão?
Acabou-se. Vê-se o pobre a clamar, reclamar seu emprego de volta,
vê-se o rico sorrir e a gozar. Gozar a boa vida que o pobre lhe dar, o pobre não ganhou, mas o pobre lhe dá.
O que é bom para os pobres, não é bom para eles. E não há vice e versa nessa exposição de ideias: para ricos
sorrirem, eles terão que chorar.
Engasga-se a razão, o choro embarga a voz, Soluços ecoam.
Onde estão os gritos de dor, de dor pela renovação?
Não se vê no povo força de querer mudanças,
seus representantes negociaram suas confianças, sua fé, negaram-lhe o futuro utópico... não terão.
Engasgou-se na garganta do povo a razão. O povo não perdoa.
Se plutocratas pedem, o povo não sabe perdoar erro
de seus líderes: - crucifiquem-no, mesmo que seus crimes não sejam
crimes (a justiça, para o povo, não pode haver sem sangue) .
(- Crucifiquem-nos, pediu o povo à elite), os ricos dão e lavam às mãos. Lavam em seus futuros, nos seus sangue, em suor, em suas lágrimas de dor... Meu povo...
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