domingo, 13 de janeiro de 2019

LUTANDO CONTRA O TEMPO.



O TEMPO.

Talvez seja o chão que faz pesar meu corpo,
talvez seja meu folego que me faz cansar,
Talvez minhas pernas prendem meus passos,
Ou seja meu corpo a pesar arrebatando o folego, e meu pulmão pedindo respiração pedindo mais ar a  me cansar.

Eu desejo pegar o sonho que voa além da mão, do fôlego, do corpo.
Passo a passo, persigo-o e passo longe, o sonho é rápido; de tão ligeiro que é nem que eu corra alcanço, cada vez voa para longe.

O sonho é rápido, é rasteiro... passa longe das mãos.
Está longe da mão e sempre dentro do coração,

Se alço a mão, não o alcanço, ele está longe,
Não há força física que alcance o sonho,
o sonho é sutil como a luz, esguio como o vento, intocável como a sombra,

Se alcança o sonho pela realização
usando a força da mente, só a pureza da imaginação, 

o pego usando somente a imaginação.