O TEMPO.
talvez seja meu folego que me faz cansar,
Talvez minhas pernas prendem meus passos,
Ou seja meu corpo a pesar arrebatando o folego, e meu pulmão pedindo respiração pedindo mais ar a me cansar.
Eu desejo pegar o sonho que voa além da mão, do fôlego, do corpo.
Passo a passo, persigo-o e passo longe, o sonho é rápido; de tão ligeiro que é nem que eu corra alcanço, cada vez voa para longe.
O sonho é rápido, é rasteiro... passa longe das mãos.
Está longe da mão e sempre dentro do coração,
Se alço a mão, não o alcanço, ele está longe,
Não há força física que alcance o sonho,
o sonho é sutil como a luz, esguio como o vento, intocável como a sombra,
Se alcança o sonho pela realização
usando a força da mente, só a pureza da imaginação,
o pego usando somente a imaginação.
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O amanhã nunca foi tão triste quanto aquele hoje; não tema o amanhã, faça melhor hoje.